



A ansiedade pode aparecer de muitas formas: preocupação constante, sensação de estar sempre em alerta, dificuldade para relaxar ou até a impressão de que sua cabeça não desliga. Quando começa a interferir na sua rotina, nos seus relacionamentos ou na forma como você vive, pode ser difícil entender o que está acontecendo e perceber por onde começar a mudar.
Na terapia, vamos entender como a ansiedade aparece na sua vida e o que costuma acontecer quando ela surge. Também vamos olhar para as formas que você encontrou para lidar com ela e entender o que tem ajudado e o que pode estar mantendo o problema. A partir disso, vamos buscar outras possibilidades para lidar com esses momentos, para que a ansiedade não precise ocupar tanto espaço na sua vida.
A depressão pode mudar muito a forma como você vive o dia a dia. Pode aparecer como tristeza, cansaço, falta de vontade, isolamento ou aquela sensação de que nada parece ter muita graça. Também pode vir acompanhada de pensamentos negativos, culpa, autocrítica ou da sensação de que as coisas não vão melhorar. E nem sempre é fácil explicar para quem está de fora o que está acontecendo.
Na terapia, o que você está vivendo é o ponto de partida. A ideia é entender como esses pensamentos e sentimentos têm afetado sua vida, além das formas que você encontrou para lidar com eles. A partir disso, podemos pensar em outras maneiras de atravessar esse momento e, aos poucos, voltar a se aproximar daquilo que faz bem e é importante para você.
Ser LGBTQIAPN+ pode trazer questões sobre identidade, família, relacionamentos, pertencimento, preconceito ou descoberta de si. Algumas dessas experiências podem ser difíceis de viver e nem sempre é fácil falar sobre elas com outras pessoas. Você não precisa ter uma questão específica sobre sua sexualidade ou identidade de gênero para procurar um psicólogo que compreenda essas vivências.
Na terapia, você pode falar sobre essas experiências sem precisar justificar quem é, explicar por que determinada situação foi difícil ou se preocupar em ser julgado. Ao mesmo tempo, a terapia não precisa girar em torno disso. Ansiedade, autoestima, relacionamentos, trabalho, família e outras questões da sua vida também podem fazer parte do processo.
A ideia é que você tenha liberdade para falar sobre o que está vivendo do seu jeito, inclusive sobre aquilo que talvez você não consiga falar em outros lugares.
Conheça a página sobre psicoterapia para pessoas LGBTQIAPN+
Às vezes, a rotina fica tão exigente que parece que você está apenas tentando dar conta de uma coisa depois da outra. O estresse pode aparecer como cansaço constante, irritação, dificuldade para descansar, sensação de estar sempre atrasado ou aquela impressão de que a cabeça não consegue desligar.
Quando esse estado começa a se prolongar, pode ficar difícil perceber onde termina uma fase mais puxada e começa um padrão que está afetando sua vida. Você pode continuar cumprindo suas responsabilidades, mas com cada vez menos espaço para descanso, relações e coisas que também são importantes para você.
Na terapia, vamos entender o que está mantendo essa sobrecarga e como você tem lidado com as demandas do dia a dia. A partir disso, podemos buscar formas mais flexíveis de lidar com o estresse, estabelecer limites e construir uma rotina que seja mais sustentável para você.
Emagrecer pode envolver muito mais do que escolher o que comer ou quanto se exercitar. A ansiedade, a culpa depois de comer, a preocupação constante com o peso, a restrição alimentar e a forma como você enxerga o próprio corpo também podem fazer parte desse processo. Quando tudo isso começa a interferir na sua rotina, pode ser difícil saber como lidar com essas questões.
Na terapia, podemos entender como pensamentos, emoções e comportamentos influenciam sua relação com a comida, com o corpo e com o processo de emagrecimento. A partir disso, buscamos maneiras de lidar melhor com as dificuldades que aparecem no caminho, sem transformar a alimentação e o peso em uma fonte constante de culpa e preocupação.
Se relacionar com outras pessoas envolve diferenças, expectativas, proximidade, distância, conflitos e limites. Também envolve mostrar o que sentimos, entender o que queremos e lidar com aquilo que acontece quando duas pessoas tentam construir uma relação. Nem sempre é fácil fazer tudo isso de uma forma que seja boa para você e para a relação.
Na terapia, podemos olhar para as situações que você vive nos seus relacionamentos e entender o que torna algumas delas tão difíceis. Isso pode envolver a forma como você se comunica, reage aos conflitos, estabelece limites, lida com a proximidade ou interpreta o que acontece entre você e o outro.
O objetivo não é ensinar uma maneira certa de se relacionar. É ajudar você a entender melhor o que acontece nessas relações e encontrar formas diferentes de lidar com aquilo que hoje parece difícil.
Procurar terapia já pode ser um processo que exige disposição. Quando, além de decidir começar, você precisa lidar com deslocamentos, horários difíceis, mudanças na rotina ou outras questões que tornam complicado manter o acompanhamento, é fácil acabar adiando ou interrompendo algo que poderia ser importante para você.
Por isso, procuro tornar a parte prática da terapia o mais simples possível. O primeiro contato pode ser feito pelo WhatsApp, onde podemos conversar sobre o que você está buscando, esclarecer suas dúvidas e verificar os horários disponíveis. Depois que o processo começa, a organização dos encontros também pode ser ajustada conforme o momento da terapia, para que as questões práticas não se tornem uma barreira para o acompanhamento.
A terapia não precisa ser uma conversa sem direção. Meu trabalho é baseado na Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), uma abordagem psicológica baseada em evidências, com eficácia investigada em pesquisas clínicas e diferentes contextos de tratamento. A escolha da abordagem não parte apenas de uma preferência pessoal, mas de um corpo de conhecimento científico que orienta a prática clínica.
Isso não significa aplicar uma fórmula pronta para todo mundo. Cada pessoa chega à terapia com uma história, necessidades e objetivos diferentes, e esses aspectos precisam orientar o processo. A partir disso, buscamos compreender o que está acontecendo e escolher, em conjunto, as formas de trabalho mais adequadas às questões que você está vivendo.
A proposta é unir evidência científica, rigor técnico e uma prática clínica individualizada. Assim, a terapia mantém uma direção clara sem perder de vista aquilo que torna cada processo único.
A terapia precisa ser um espaço onde você possa falar sobre coisas que talvez não consiga falar em nenhum outro lugar. Pode ser uma preocupação que você guarda há muito tempo, algo que aconteceu e ainda mexe com você, uma dificuldade nos seus relacionamentos ou até coisas que você sente vergonha de contar. Você não precisa se preocupar em esconder partes da sua história ou escolher o que pode ou não dizer.
O que é conversado durante as sessões é protegido pelo sigilo profissional. Isso faz parte da relação de confiança entre psicólogo e paciente e permite que você possa falar com mais liberdade sobre aquilo que realmente está acontecendo na sua vida.
O sigilo profissional também tem limites previstos pelas normas da profissão, que são explicados quando isso for relevante para o atendimento. Fora dessas situações, as informações compartilhadas em terapia são mantidas em sigilo. A ideia é que você tenha clareza sobre como esse espaço funciona e segurança para falar sobre o que realmente importa.
A terapia é um espaço para olhar com mais atenção para aquilo que está acontecendo na sua vida, mas você não precisa chegar sabendo exatamente o que quer dizer ou com tudo organizado na cabeça. Parte do meu trabalho é ajudar a organizar essas questões, fazer perguntas, trazer outras perspectivas e, junto com você, entender o que pode ser importante trabalhar.
A conversa também pode assumir diferentes formas conforme o que estamos trabalhando. Às vezes, uma questão pede uma conversa mais direta ou uma explicação sobre determinado assunto. Em outras, pode fazer sentido usar humor, trazer uma referência a um filme, uma música ou alguma outra coisa que ajude a olhar para a situação por outro ângulo. A terapia não precisa seguir um roteiro igual em todas as sessões.
Suas experiências, necessidades e objetivos orientam o processo, enquanto eu trago o conhecimento e a experiência clínica para dar direção ao trabalho. O importante é que exista espaço para você participar dessa construção e falar sobre o que realmente está vivendo.
A ideia é ter uma terapia com direção e conhecimento técnico, mas que também seja uma conversa de verdade, feita para você.
Um espaço tranquilo para a sua terapia
As sessões presenciais acontecem em um espaço reservado, pensado para que você possa se sentir à vontade durante o atendimento.
📍 Avenida Paulista, 1471 — São Paulo/SP